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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Rede de Especialistas em Conservação da Natureza é apresentada durante Congresso Mundial de Conservação

Iniciativa brasileira aproxima cientistas de diferentes áreas à imprensa nacional
A Rede de Especialistas em Conservação da Natureza foi apresentada no Congresso Mundial de Conservação 2016, no dia 4 de setembro, no Havaí (EUA).
O evento, realizado a cada quatro anos pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, em inglês), acontece de 1 a 10 de setembro e conta com de cerca de seis mil participantes. É a maior e mais importante reunião mundial de representantes e formadores de políticas ambientais desde a assinatura do Acordo de Paris – que prevê metas para que os países reduzam as suas emissões de gases de efeito estufa.

Evento de comunicação do Congresso da IUCN incluiu a Rede de Especialistas 
Crédito: Bianca Brasil 
A Rede de Especialistas e outras iniciativas da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, como a Conexão Estação Natureza e o Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação, foram apresentadas durante o workshop “Estratégias Inovadoras em Comunicação – Impactando a Sociedade Por Meio de Uso Eficiente de Mídias”, como exemplos de ações que estimulam o debate e aproximam o assunto da conservação da população brasileira. Além da Fundação, três outras instituições participam desse workshop como co-organizadores: Conservation Council for Hawai'i (EUA), Fiji Environment (Fiji) e National Geographic Society (EUA).
Formada por 57 profissionais de referência nacional e internacional, a Rede de Especialistas em Conservação da Natureza foi constituída em 2014, por iniciativa da Fundação Grupo Boticário. Seu objetivo é estimular a divulgação na mídia de posicionamentos em defesa da conservação da natureza brasileira.
Comunicar para transformar
O tema do congresso deste ano, “O planeta está em uma encruzilhada”, foi escolhido para alertar a população mundial de que o tempo não está a nosso favor. Porém, um dos grandes desafios das organizações que trabalham com meio ambiente é justamente conseguir levar essa mensagem às pessoas comuns, segundo a diretoria executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes, que representará a instituição no Congresso Mundial de Conservação.
“No workshop de comunicação, discutimos com participantes de diferentes países exemplos de ferramentas que têm se mostrado eficazes para sensibilizar as pessoas em prol da causa da conservação da natureza”, afirma. Para ela, o desafio das organizações ambientais no Brasil e no mundo é comunicar de modo a fazer com que as pessoas percebam a conexão entre a proteção da natureza e a vida das delas. “Isso é fundamental para que os cidadãos reconheçam a importância da natureza e se engajem na causa da conservação”, conclui.
Para saber mais sobre os membros da Rede de Especialistas, acesse o Guia de Fontes disponível aqui

sábado, 3 de setembro de 2016

Para plantar 30 milhões de árvores no estado, projeto necessita de viveiros florestais.

Para cumprir a meta do Plantando o Futuro, que é de plantar 30 milhões de árvores no Estado até dezembro de 2018, o projeto necessita que a produção de mudas seja viabilizada por meio de viveiros florestais. Estas estruturas são áreas reservadas para o cultivo de mudas. O Plantando o Futuro vai descrever como funcionam e qual a melhor maneira de construir um viveiro.
O que é um viveiro de mudas?
Um viveiro de plantas é uma porção de terra destinada para a multiplicação e para a cultura de plantas lenhosas, principalmente árvores, arbustos e plantas vivazes, até que se tornem aptas para serem transplantadas ou comercializadas. Os viveiros podem ser: permanentes, temporários e de espera.
Viveiro Permanente
O viveiro permanente tem a função de produzir mudas por durante vários anos. Neste caso o viveiro requer um planejamento muito mais minucioso, o que torna o custo mais elevado.
Viveiro Temporário
Os viveiros temporários são próprios para a produção de mudas em determinado local durante apenas certo período de tempo para cumprir um objetivo específico. Estes viveiros são de planejamento e instalações simples e são instalados próximos da área de plantio definitivo.
Viveiro de espera
O viveiro de espera também é instalado próximo à área do plantio definitivo, onde são armazenadas as mudas produzidas no viveiro permanente, para um período de aclimatação antes do plantio definitivo.
Disponibilidade de água
O viveiro deve ter uma fonte de água de boa qualidade, com produção suficiente para a abastecer a estrutura. A água deve estar livre de quaisquer poluentes e com as fontes protegidas, para evitar contaminações.
Disponibilidade de energia elétrica
O acesso à rede de energia elétrica é necessário para que sejam mantidos em funcionamento todos os equipamentos que dependem dessa fonte.
Solo
O solo deve ter boa drenagem, estar livre de plantas invasoras, doenças e pragas. Quando o solo não for impermeabilizado, o chão do viveiro deve ser coberto por uma camada de brita, ou outro material que exerça a função de facilitar o escoamento das águas e o controle de plantas daninhas.
Acessibilidade
O viveiro deve ser localizado próximo a estradas que permitam o trânsito de veículos pesados para facilitar o transporte das mudas e diminuir custos de produção.
Declividade
O terreno escolhido deve apresentar leve declividade, no máximo 3%, para evitar acúmulo de água em períodos chuvosos. Devem ser construídas canaletas de drenagem, para facilitar o escoamento do excesso de água de chuva.
Orientação
A área deve, preferencialmente, estar com sua face maior voltada para o norte, permitindo maior incidência de luz solar durante o dia todo, além de garantir maior proteção dos ventos vindos do sul.




segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Projeto estadual realiza plantio de mais de 6 milhões de mudas

Iniciativa do Governo do Estado de Minas Gerais, o Plantando o Futuro, já atingiu 20% da meta estipulada

 Foto: Wellington Pedro


O Projeto Plantando o Futuro, proposto pelo Governo do Estado de Minas Gerais e coordenado pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG), já começa a dar frutos. Em quatro meses de atuação, desde a publicação do Decreto 46.974, no dia 22 de março de 2016, que instituiu oficialmente a iniciativa, conseguiu viabilizar, por meio de convênios e licitações, a produção e o plantio de 6,13 milhões de mudas de árvores. O montante representa a recuperação de, aproximadamente, quatro mil hectares, equivalente a 20% da meta estipulada.

 O projeto visa o plantio de 30 milhões de árvores, o que compreende a recuperação de 40 mil nascentes, 6.000 hectares da mata ciliar e 2.000 hectares de áreas degradadas, em todos os 17 Territórios de Desenvolvimento de Minas Gerais, até dezembro 2018. Em março, o Plantando Futuro assinou convênio com o Instituto Espinhaço para produção de três milhões de árvores específicas da Mata Atlântica e do Cerrado. A ação vai contemplar 53 municípios da região da Serra do Espinhaço e beneficiar mais de um milhão de pessoas. Em abril, foi assinado, em Belo Horizonte, convênio com o Centro Cultural Francisca Veras para viabilizar a produção de 2,88 milhões de mudas de árvores nativas em parceria com 27 assentamentos para a reforma agrária.

 A cooperação entre a entidade e a Codemig vai até dezembro de 2018. A previsão é que as mudas recuperem uma área de, aproximadamente, 2,6 mil hectares. Além de ações concretas, a coordenação do projeto também tem atuado na divulgação do Plantando o Futuro em diversas regiões do Estado. Foi realizado em março, em Belo Horizonte, um workshop com os 36 Comitês de Bacia Hidrográfica de Minas Gerais para apresentar e debater o projeto. A equipe do Plantando o Futuro já visitou 19 cidades do Estado para apresentar as diretrizes da proposta a prefeituras e instituições parceiras.

 Além de oferecer à população a oportunidade envolvente de ser protagonista do desenvolvimento sustentável, o projeto vem incentivar o reflorestamento, contribuir para preservar a natureza e promover o bem-estar dos mineiros. Com isso, busca uma ampla mobilização social, conscientizando a população para que se aproprie da iniciativa e participe ativamente do plantio, da manutenção e da fiscalização. O projeto prioriza áreas degradadas, nascentes de rios e seus afluentes e matas ciliares, bem como a arborização urbana. Acesse: http://www.plantandoofuturo.mg.gov.br/

domingo, 19 de junho de 2016

Você sabe como economizar energia no inverno?

Atitudes simples podem gerar economia de energia o ano todo.

O frio chegou mais cedo este ano. No entanto, oficialmente o inverno começa na próxima segunda-feira, 20 de junho. Nesta época, a atenção deve ser com os equipamentos de alta potência, como chuveiros, que devem ser utilizados de forma consciente.

Atitudes simples e uso consciente da energia podem gerar economia para o ano todo, inclusive no inverno. Veja as dicas da Energisa em Minas Gerais:

o   O chuveiro é o aparelho que mais consome energia elétrica, responsável, em média, por 25% do consumo residencial. Com a temperatura regulada no modo inverno, o gasto pode ser até 30% maior. Você não precisa abrir mão do banho quentinho, mas evite demorar no banho.

o   Nunca coloque alimentos quentes ou recipientes com líquidos destampados na geladeira. Assim, você exige menor esforço do motor, gastando menos energia, já que a circulação interna de ar quente faz com que o aparelho gaste mais energia até esfriar os alimentos.

o   Nos dias mais frios, ajuste o termostato da geladeira para uma potência menor.

o   Ao usar a lavadora de roupas, acumule a quantidade necessária para usar a capacidade máxima indicada pelo fabricante.

o   Utilize a máquina de lavar louças somente quando ela já estiver cheia.

o   Utilize lâmpadas fluorescentes ou LED, que são mais econômicas.
o   Aproveite a luz natural, abrindo janelas e cortinas durante o dia.

o   Dê preferência às cores claras para paredes e tetos, pois elas refletem melhor a luminosidade.

o   Passar, de uma só vez, a maior quantidade possível de roupas e utilizar a temperatura indicada no ferro para cada tipo de tecido, deixando as roupas mais leves para o final, é uma ótima dica de economia.

o   Não utilize vários equipamentos elétricos ao mesmo tempo e evite o uso dos aparelhos mais potentes no horário de pico.

o   Evite deixar aparelhos eletrônicos como TV e computador ligados sem necessidade. Sempre que possível, programe o desligamento automático. A função stand-by também consome energia.
                                                                                                                                                                      
o   Nunca deixe seu aparelho celular, câmera digital carregando por períodos longos. Ou seja, só carregue o tempo necessário especificado no manual.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Cataguases: Estação Ecológica de Água Limpa comemora o Dia Mundial da Água

No dia 22 de março, dia mundial da água , Cataguases,MG, teve sua comemoração com palestras e outros eventos. Para o biólogo Felipe Parizzi, gerente da EEAL, o evento serviu para destacar a importância de fazer um uso racional dos recursos hídricos. Mais informações e FOTOS em MÍDIA MINEIRA

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Música pela Natureza

A visão de um compositor em sua paixão pela Natureza.
De Anibal W. Freitas, Natura e Pessoas


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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Chupa-Cabras

Monstro pode ser bom pretexto para o educador ambiental

            Chupa-cabras, mapinguari, monstro do Lago Ness, mula-sem-cabeça, lobisomen.
            O rol dos seres meio bichos meio monstros é comum na cultura dos mais diversos povos, lembra o ambientalista e escritor Angelo Machado. Para ele, o fenômeno do chupa-cabras é ruim porque conota, mais uma vez, uma imagem negativa da natureza.
            A indústria da mídia é repleta de casos de demonização dos animais, bem caracterizada em filmes como Tubarão, Piranha, Aracnofobia e Anaconda, que mostra uma terrível sucuri da Amazônia destroçando humanos.
            Para a pedagoga Mônica Meyer, professora da Faculdade de Educação da UFMG, o fenômeno do chupa-cabras revela como a imaginação popular pode ser importante para o processo educativo.
            “A imaginação move o ser humano, cria aproximação ou exclusão, afetividade ou repulsão”, diz. “Estamos diante, nesse caso, de uma ótima oportunidade para trabalhar o imaginário das pessoas, elemento que é desprezado na educação ambiental”, afirma. (Ambiente Hoje, nº 49, out/1997, p 12)